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Sul-Americano Juvenil tem início em Cali
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Tem início hoje mais uma edição do Campeonato Sul-Americano Juvenil de Esportes Aquáticos, uma das competições mais tradicionais do continente e que já ajudou a revelar grandes nadadores. Sediado desta vez em Cali, na Colômbia, o evento contará com a presença de 900 atletas de 15 países. Devido a todo imbróglio envolvendo a situação financeira e jurídica da CBDA, a presença da seleção brasileira esteve ameaçada. Após receber um suporte e apoio do COB os nadadores brasileiros foram tranquilizados e viajaram para a Colômbia durante o feriado de Páscoa.

Mesmo com uma equipe recheada de nadadores que chegam pela primeira vez a uma seleção de base, o país é novamente o grande favorito para terminar a frente no quadro de medalhas e somatória de pontos na natação. Em Cali a seleção terá 47 nadadores divididos em duas categorias: o Juvenil A com nadadores de 14 e 15 anos de idade e o Juvenil B para atletas de 16 a 18 anos. Acompanham os atletas outros quatro técnicos e mais quatro profissionais da comissão técnica. As provas serão disputadas no Complexo de Piscinas Hernando Botero Byrne, mesmo local dos Jogos Pan-Americanos de 1971.

Nadadores brasileiros posam antes de embarcar para Cali – Foto: Reprodução

Antes de definir a equipe oficial (clique aqui para ver a lista com todos os convocados) a CBDA havia selecionado atletas com experiência internacional e passagens pela seleção de base como Maria Paula Heitmann, Rafaela Raurich, Maria Luiza Pessanha e Caio Pumputis, que pediram a desconvocação visando o Troféu Maria Lenk, que tem início daqui a duas semanas e será a seletiva brasileira para o Campeonato Mundial Júnior que será realizado em agosto, na cidade de Indianápolis nos Estados Unidos.

Nas águas abertas o Brasil vai com 12 nadadores divididos em três categorias. Os nadadores de 14 e 15 anos nadam a prova de 5 km, os atletas de 16 e 17 anos competirão nos 7,5 km e o grupo de nadadores de 18 e 19 anos disputam a maratona aquática de 10 km. O destaque é a presença da nadadora olímpica Gabrielle Roncatto que nadará a prova de 10 km no Lago Calima. As datas do Sul-Americano Juvenil são diferente para as duas modalidades. A natação começa hoje e termina no dia 23, quando tem início as travessias em águas abertas que vão até dia 30 de abril.

por Guilherme Freitas


Arena na América do Sul
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Utilizando a mesma sede e a mesma data do Campeonato Argentino Absoluto de natação, a Arena, que também é patrocinadora do evento, realiza a convenção da coleção 2017 para três países: Brasil, Uruguai e logicamente Argentina.

A tradicional marca esportiva , vive momentos diferentes em cada país. No Brasil a Arena reiniciou suas atividades oficialmente no dia evento Raia Rápida, em setembro. Em apenas três meses de vendas e considerando que o Brasil vive uma crise econômica o resultado foi melhor do que o esperado. No Uruguai a situação foi parecida e com três meses de vendas, a marca começa a se destacar no país. Mesmo assim, a Arena está muito longe de atingir o real potencial que pode alcançar e podemos dizer que o Brasil ocupa um lugar importante na estratégia mundial da marca esportiva.

Já na Argentina a situação é diferente. Aos poucos a nação vem crescendo economicamente e no segmento da natação e a Arena é responsável por mais de 60% das vendas em todo o país. Com resultados financeiros expressivos, a marca consegue realizar respeitosos investimentos como o patrocínio da CADDA (Confederação Argentina de Desportos Aquáticos) e também dez atletas, entres eles Federico Gabrich, principal destaque da natação argentina e medalhista de bronze no Campeonato Mundial de Kazan-2015 nos 100m livre.

A convenção da Arena aconteceu em Buenos Aires - Foto: Patrick Winkler

A convenção da Arena aconteceu em Buenos Aires – Foto: Patrick Winkler

A convite de Pablo Braier, CEO da Brand Team Company e também a convite da Arena Internacional, a SWIM CHANNEL veio prestigiar o lançamento da coleção 2017 assim como as ações de marketing. A Brand Team Company, com sede em Buenos Aires, é a empresa responsável pela distribuição no Brasil, Uruguai e Argentina.

Coleção 2017

No segmento de racing, com a diversificada linha Powerskin, a Arena é líder mundial do segmento. Basta assistir a ultima edição de Jogos Olímpicos do Rio-2016 ou o mais recente Mundial de piscina curta em Windsor e conferir a presença massiva da marca esportiva.

Linha de Compressão

Um dos principais lançamentos destina-se a linha Carbon Compression Recover. Inspirado no sucesso da linha Powerskin, a Arena visa não somente a perfomance do atleta mas também a recuperação. A linha compressão, tem a versão para membros superiores, como pressão extra nos braços e mais elástica no corpo e a versão calça, com compressão nos membros inferiores. O toque, a tecnologia e o conforto são excelentes e assim como a linha Powerskin o produto não é barato. A camiseta manga longa chega ao mercado brasileiro por R$ 1.199,99 e a calça ao valor de R$ 999,00. A linha Carbon Compression foi idealizada pelo mesmo gerente de produto da linha Powerskin, o veterano  Greg Steyger.

Novidades foram apresentadas no evento - Foto: Patrick Winkler

Novidades foram apresentadas no evento – Foto: Patrick Winkler

Evolução

Para quem acompanha o mercado da natação há pelos menos dez anos, perceberá que a Arena sempre foi uma das melhores marcas para vestimento de competição, mas no que se refere a óculos de natação não era necessariamente a mais desejada. Para os atletas que cansaram de utilizar o tradicional óculos sueco de competição, muitas opções foram lançadas nos últimos anos. Na primeira década dos anos 2000, o óculos Speedscoket da Speedo foi o mais aceito pelos atletas, incluindo o mito Michael Phelps. Na sequência, a Speedo também oferecia a linha Vortex e nos últimos anos lançou o óculos chamado FS3 e novamente muito bem aceito.

Igor Bonnet, gerente de equipamentos da Arena, realizou uma longa e intensa pesquisa com diversos atletas patrocinados pela marca há seis anos atrás. Para seu incomodo, quase nenhum atleta patrocinado escolheu um óculos arena para competir. Igor, com suporte geral de toda empresa , investiu muito para Arena ter o melhor óculos do mercado e no ano de 2014, nasceu o Cobra Ultra. Finalmente, após 40 anos de existência da marca Arena, a empresa lançava o óculos de natação  mais desejado do mercado. Nos últimos dois anos, o produto foi ganhando aceitação em todo o mundo e agora é o modelo mais visto nas competições.

O nadador argentino Federico Grabich – Foto: Dominic Ebenbichler/Reuters

O nadador argentino Federico Grabich – Foto: Dominic Ebenbichler/Reuters

As vezes uma empresa precisa sair da zona de conforto. Algumas empresas do universo esportivo, não somente da natação, mas esporte em geral, acreditam que os produtos de alta perfomance são apenas para ganhar visibilidade e que o faturamento vem das linhas de treinamento, entretenimento, lazer e infantil. Tal conceito não está errado, pelo contrário faz muito sentido, mas a Arena ousou em investir mais do que o necessário na linha perfomance e a verdade é que toda esta linha passou a ser rentável para a empresa. Ou seja, em todas as convenções que realizam em todos os continentes, informam que é importante ter volume de vendas, mas que a linha Powerskin e a linha de óculos Cobra Ultra, Cobra Core e derivados representam extrema importância para o faturamento e também lucro liquido da companhia.

Ao final da convenção, que contou com a presença dos 15 melhores atletas da seleção Argentina, incluindo Federico Gabrich, Cecilia Biagioli (melhor nadadora de longa distância), Damien Blaum (atleta especializado em ultramaratona aquática), Virgínia Bardach (especialista em provas de medley) e o veterano aposentado Juan Pereira, a marca esportiva apresentou o uniforme da CADDA para o ano de 2017 produzido com excelente design, expondo sua tradicional logomarca e valorizando as cores da bandeira argentina

Em com conversa com a Brand Team Company, podemos esperar investimos honrosos para o Brasil para 2017.

Por Patrick Winkler

 


A rivalidade Brasil x Argentina
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Logo mais as 22h acontece um dos maiores clássicos do futebol mundial: Brasil e Argentina duelam pela terceira rodada das eliminatórias para a Copa do Mundo-2018. Se no futebol falar sobre a rivalidade entre os dois países é chover no molhado como é a rivalidade entre os dois países na natação? Separamos aqui cinco duelos entre brasileiros e argentinos e também uma aposta para uma nova rivalidade nas piscinas. Confira:

Willy Otto Jordan x Carlos Espejo Pérez

Willy Otto Jordan foi um dos maiores peitistas da natação brasileira, tendo tido seu auge durante a década de 40, quando foi finalista olímpico nos 200m peito nos Jogos de Londres-1948. Um dos maiores adversários de Willy nas piscinas foi o argentino Carlos Espejo Pérez, que também esteve naquela Olimpíada e que havia superado o recorde sul-americano do brasileiro em 1944 nos 100m peito. Willy tem um retrospecto positivo contra Pérez, com mais vitórias do que derrotas, porém, nunca conseguiu recuperar seu recorde continental.

Joanna Maranhão e Georgina Bardach - Foto: Reprodução

Joanna Maranhão e Georgina Bardach – Foto: Reprodução

Fundistas do Brasil x Juan Pereyra

Juan Martin Pereyra talvez seja o argentino mais brasileiro da natação, afinal durante muito tempo nada no país e já defendeu várias equipes como Unisanta, Corinthians e Minas TC. Ao longo de sua carreira Juan nadou contra diversos fundistas brasileiros de várias gerações. A lista é extensa e conta com figuras como Bruno Bonfim, Armando Negreiros, Conrado Chede, Felipe May, Luiz Rogério Arapiraca, Lucas Kanieski, Marcos Ferrari, Miguel Valente, Brandonn Almeida, e por ai vai. Entre vitórias e derrotas contra o fundo brasileiro, Juan também colecionou muita amizade e respeito, superior a qualquer rivalidade Brasil x Argentina.

Joanna Maranhão x Georgina Bardach

Uma das maiores rivalidades femininas da história recente da natação sul-americana. Georgina e Joanna se enfrentaram diversas vezes ao longo desta década e principalmente nas provas de 200m e 400m medley, especialidade das duas. Em várias ocasiões ambas reconheceram a importância da outra para continuarem motivadas e evoluindo, mantendo uma relação amistosa e rivalidade sadia. O ápice foi em Atenas-2004 quando disputaram a final olímpica nos 400m medley. Georgina levou o bronze e Joanna foi a 5ª colocada. Foi a última vez que duas nadadoras sul-americanas estiveram juntas numa final de Jogos Olímpicos.

Poliana Okimoto x Cecilia Biagioli

O duelo entre as duas começou nas provas de piscina onde se enfrentavam nos 400m, 800m e 1500m livre em campeonatos no Brasil e na América do Sul. Posteriormente a rivalidade entre as duas migrou para as águas abertas. Num dos dualos mais marcantes, Biagioli levou a melhor ao vencer a maratona aquática dos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara-2011, deixando a brasileira com a prata. Porém, em Campeonatos Mundiais Poliana soma seis medalhas contra nenhuma de Biagioli.

Marcelo Chierighini e Federico Grabich no pódio do Pan – Foto: Satiro Sodré/SS Press

Marcelo Chierighini e Federico Grabich no pódio do Pan – Foto: Satiro Sodré/SS Press

Gustavo Borges e Fernando Scherer x José Meolans

O argentino José Meolans dominou durante anos as provas de velocidade na Argentina. Sem adversários a sua altura em seu país ele encontrou no Brasil dois grandes figuras com que criaria uma grande rivalidade: Gustavo Borges e Fernando Scherer. Fosse em campeonatos no Brasil e ou internacionais, o trio protagonizava provas eletrizantes e muitas vezes decidida em detalhes. Com Xuxa a rivalidade aconteceu mais nas provas dos 50m livre e com Gustavo nos 100m livre.

Uma rivalidade para o futuro?

Marcelo Chierighini x Federico Grabich

Após a temporada 2015 parece estar surgindo uma possível nova rivalidade entre Brasil e Argentina nas piscinas e na prova nobre da natação. O argentino Federico Grabich teve um ano inesquecível e arrematou duas medalhas importantes nos 100m livre: ouro nos Jogos Pan-Americanos e bronze no Mundial de Kazan. O brasileiro Marcelo Chierighini também teve bons resultados com o bronze no Pan e a 5ª posição na final do Mundial. Um novo duelo esta por vir?

Por Guilherme Freitas


Bons resultados dos hermanos em Mar del Plata
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No fim da última semana aconteceu no tradicional Natatorio Alberto Zorrilla em Mar del Plata, o Campeonato Argentino de Natação que também foi a primeira seletiva oficial para o Campeonato Mundial de Kazan e os Jogos Pan-Americanos de Toronto. A competição, disputada em três dias, reuniu a elite da natação argentina e registrou dois novos recorde nacionais. Mais do que isso, o evento confirmou a evolução da modalidade que desde a última temporada vem apresentando bons resultados.

O grande nome dessa seletiva foi Federico Grabich. Aos 24 anos ele vem atravessando o melhor momento da carreira. Em 2014 o nadador bateu o recorde argentino nos 200m livre na piscina curta e no Campeonato Sul-Americano, também disputado em Mar Del Plata, foi o maior medalhista do evento com dez pódios. Na seletiva do último fim de semana Grabich bateu seu próprio recorde nacional nos 200m livre ao nadar para 1min47s78. O tempo também é o terceiro da história da América do Sul. Outro bom resultado do velocista veio nos 100m livre com 49s07, sua melhor marca pessoal e atualmente quarto melhor tempo de 2015.

No Sul-Americano de 2014, Grabich ganhou dez medalhas - Foto: Reprodução

No Sul-Americano de 2014, Grabich ganhou dez medalhas – Foto: Reprodução

A jovem Andrea Berrino foi a outra atleta que superou uma marca nacional. Com 1min01s04 ela é agora a nova recordista argentina nos 100m costas. Andrea, que também é a recordista nos 200m costas, é um nome conhecido no Brasil por já ter defendido a Unisanta em competições brasileiras. Outro recorde nacional que por muito pouco não caiu foi nos 100m borboleta. Santiago Grassi venceu a prova com 52s94, um centésimo acima do recorde de Jose Meolans estabelecido na piscina do Julio de Lamare no Troféu Brasil de 2003.

Os argentinos definirão suas seleções para o Mundial de Kazan e o Pan-Americano de Toronto no Troféu Maria Lenk, competição que será disputada no Parque Aquático do Fluminense, no Rio de Janeiro, entre os dias 6 e 11 de abril. Os atletas argentinos estarão em ação representando clubes brasileiros ou nadando em observação para obter índices para os eventos internacionais.

Andrea Berrino superou o recorde nacional nos 100m costas - Foto: Reprodução

Andrea Berrino superou o recorde nacional nos 100m costas – Foto: Reprodução

Após anos de poucos resultados expressivos a nível internacional e a perda da posição de segundo melhor país da América do Sul para a Venezuela, a Argentina começa a dar mostras de melhora técnica e recuperação para futuras competições. No Maria Lenk a expectativa dos nossos hermanos é de conseguir melhorar esses resultados da seletiva de Mar del Plata.

Por Guilherme Freitas


Campeonato Sul-Americano: para manter a hegemonia continental
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Tem início na próxima quinta-feira, mais uma edição do Campeonato Sul-Americano de Esportes Aquáticos com a disputa das provas de natação. Alguns leitores irão se perguntar: mas este ano já não teve um campeonato sul-americano? Sim, teve. Em março aconteceu os Jogos Sul-Americanos na cidade de Santiago, no Chile, competição continental que acontece de quatro em quatro anos, reunindo dezenas de modalidades como os Jogos Olímpicos que é organizado pelo ODESUR, a Organização Desportiva Sul-Americana.

Este campeonato que começa a partir do dia 2 de outubro é um evento continental que reúne apenas modalidades dos esportes aquáticos (natação, águas abertas, polo aquático, saltos ornamentais e nado sincronizado), sendo realizado a cada dois anos e organizado pela Consanat, a Confederação Sul-Americana de Natação.

Vista da piscina do Natatorio Alberto Zorrilla - Foto: Satiro Sodré

Vista da piscina do Natatorio Alberto Zorrilla – Foto: Satiro Sodré

A edição deste ano terá como palco de disputas o famoso Natatorio Alberto Zorrilla, localizado no belo balneário argentino de Mar del Plata. A piscina já é bastante conhecida pelos nadadores sul-americanos e considerada como uma das melhores e mais rápidas do continente. O parque aquático fica dentro do complexo esportivo da cidade construído especialmente para os Jogos Pan-Americanos de 1995. A piscina também sediou outras competições internacionais como o Mundial Paralímpico de natação em 2002, o Sul-Americano Juvenil em 2009 e a Copa Latina em 2010, além de diversos campeonatos argentinos.

A seleção brasileira foi convocada oficialmente na semana passada pela CBDA e terá alguns desfalques. Cesar Cielo, Thiago Pereira, Bruno Fratus e Nicholas Santos são atletas que não estarão na competição em Mar del Plata para se dedicar a outros eventos e treinamentos. Porém, Felipe França, Matheus Santana, Leonardo de Deus e Etiene Medeiros são presenças confirmadas e terão mais uma oportunidade para competir na piscina longa em 2014.

Matheus Santana foi campeão no ODESUR e agora busca outro ouro - Foto: Satiro Sodré

Matheus Santana foi campeão no ODESUR e agora busca outro ouro – Foto: Satiro Sodré

Dona da casa, a Argentina vai com força máxima para o Sul-Americano esperando assegurar a segunda colocação geral atrás apenas do Brasil. São 27 argentinos convocados que antes de seguir para Mar del Plata fizeram um treinamento de altitude no México. Outros destaques que disputarão a competição são a chilena Kristel Kobrich e o paraguaio Benjamin Hockin.

As disputas em águas abertas serão apenas no final de outubro na capital argentina de Buenos Aires. Mais uma vez o Brasil é o favorito a vitória. A última edição do evento aconteceu em 2012, na cidade de Belém. Na ocasião a delegação brasileira venceu em todas as modalidades e terminou a competição com expressivas 72 medalhas, sendo 51 na natação e cinco nas águas abertas. Para a seleção brasileira o Sul-Americano é mais uma oportunidade para ratificar e manter a hegemonia na natação sul-americana.

Por Guilherme Freitas


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