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Arquivo : Sun Yang

Xu Jiayu fica a um centésimo do recorde mundial
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O mundo da natação de alto rendimento está a mil. Diversos campeonatos nacionais estão acontecendo neste momento ou terminaram recentemente. Entre diversos nadadores que estão fazendo belas performances temos Sarah Sjöstrom que quase bateu um recorde mundial na Suécia, Cameron McEvoy liderando a velocidade mundial na Austrália e a expectativa para os nadadores japoneses que começam a nadar amanhã. Porém, o campeonato que mais vem registrando marcas expressivas é o Campeonato Chinês que começou segunda-feira na cidade de Quindao.

A performance mais impressionante até o momento veio com o vice-campeão olímpico dos 100m costas. Xu Jiayu teve uma performance sensacional em Quindao ao vencer a prova com 51s86, apenas um centésimo acima do recorde mundial feito por Ryan Murphy na abertura do revezamento 4x100m medley no Rio-2016. Com esse resultado Jiayu não só estabelece um novo recorde asiático como deixa para trás Aaron Peirsol, que além de Murphy era até então o outro homem há ter nadado a distância abaixo dos 52 segundos.

Xu Jiayu quase bateu o recorde de Ryan Murphy – Foto: Reprodução

Quem também vem fazendo uma boa campanha é a estrela Sun Yang. O gigante chinês começou bem a temporada levando duas medalhas de ouro nos três primeiros dias de evento. Nos 400m livre venceu com 3min42s16 e nos 200m livre o resultado foi ainda melhor com 1min44s91, tempo bem próximo do que lhe deu a medalha de ouro olímpica ano passado no Rio de Janeiro. As marcas nas duas distâncias são as melhores do mundo em 2017 até o momento.

Além de Jiayu e Yang outros nadadores chineses também conseguiram resultados expressivos no Campeonato nacional. A medalhista olímpica de bronze nos 100m costas, Fu Yuanhui, melhorou seu recorde chinês ao cravar 58s72 na prova e tornar-se a terceira mulher em 2017 a nadar a prova abaixo dos 59 segundos. Nos 100m peito masculino Yan Zibei marcou 58s92 nas eliminatórias, nos 400m livre feminino Bingjie Li nadou para 4min02s52 e nos 200m medley feminino Ye Shiwen venceu com 2min11s66.

O Campeonato Chinês termina na próxima quarta-feira, dia 19 de abril. Para ver os resultados clique aqui. Pelo desempenho dos nadadores chineses até o momento pode-se se esperar uma delegação bastante competitiva e disposta a melhorar a fraca performance no Rio-2016 quando o país conquistou apenas seis medalhas. O Mundial de Budapeste-2017 promete!

Por Guilherme Freitas


O retorno do campeão
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No dia 9 de agosto de 2015 a Kazan Arena estava perplexa e surpresa. A raia 2 da grande final dos 1500m livre estava vazia. Favorito para conquistar mais uma medalha de ouro, Sun Yang havia sumido e ninguém sabia onde o campeão olímpico estava. O chinês já havia vencido os 400m e 800m livre e cairia na água no último dia do Mundial de Kazan para defender seu título na prova mais longa da natação. Porém, ele não compareceu e o italiano Gregorio Paltrenieri ficou com o ouro.

Alguns boatos sobre sua ausência surgiram na piscina em Kazan. Uma suposta briga com a brasileira Larissa Oliveira na piscina de aquecimento durante as eliminatórias foi um deles. Um ataque de fúria no vestiário que terminou com armários quebrados foi outro. Porém, foi o próprio Yang quem contou o que aconteceu. Após sentir-se mal na piscina de soltura ele resolveu não disputar a final e não comunicou ninguém. O chinês havia sido punido por doping no ano anterior por uso de remédios controlados para problemas cardíacos.

Sun Yang espera vibrar no Rio-2016 - Foto: Michael Sohn/AP Photo

Sun Yang espera vibrar no Rio-2016 – Foto: Michael Sohn/AP Photo

Após o Mundial Yang sofreu um acidente que resultou em uma fratura no pé direito que o deixou de molho por meses e o impediu de nadar o Campeonato Chinês, que foi seletiva olímpica de seu país. Enquanto outros fundistas como Paltrinieri, Mack Horton e Gabrielle Detti tiveram bons resultados nesta temporada, as chances de Yang ir ao pódio no Rio eram colocadas em cheque. Mas as opiniões negativas poderão mudar após sua performance no Grand Prix de Santa Clara nesse fim de semana.

Mesmo estando muito tempo parado Yang deu mostras de recuperação e de que esta na luta por medalhas. Inscrito para nadar três provas, ele só desistiu dos 1500m livre. Porém, seu desempenho nos 200m e 400m livre foram muito bons. Nos 200m ele estabeleceu o melhor tempo do mundo em 2016: 1min44s82, marca que lhe credencia como candidato ao pódio olímpico numa das provas mais imprevisíveis dos Jogos. Já nos 400m livre ele nadou apenas as eliminatórias e fez 3min43s55, segundo melhor tempo do ano e que já começa a fazer sobra ao australiano Horton, grande favorito ao ouro.

O chinês foi bem em Santa Clara – Foto: Michael Sohn/AP Photo

O chinês foi bem em Santa Clara – Foto: Michael Sohn/AP Photo

Tido como uma incógnita devido as poucas competições disputadas desde Kazan, Yang mostrou ao mundo neste fim de semana que ainda está em boa forma e que pode fazer uma ótima Olimpíada no Rio de Janeiro. Os resultados em Santa Clara só colocam mais expectativa para que estes Jogos sejam épicos, algo que para nós fãs da modalidade será perfeito.

Por Guilherme Freitas


Sumiço de Sun Yang marca o último dia do Mundial de Kazan
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O último dia do Campeonato Mundial de Kazan foi marcado por uma história misteriosa. Os resultados foram ofuscados por apenas uma pergunta: afinal o que aconteceu com Sun Yang? O chinês deveria estar nadando na raia 2 durante a final dos 1500m livre onde era o grande favorito a vitória, porém, ele não apareceu.

O canadense Ryan Cochrane, que nadou os 1500m livre, afirmou a uma emissora de TV que o chinês havia se sentido mal na piscina de soltura e por isso não competiu. Devido ao histórico do atleta até seria possível a história, afinal Yang cumpriu uma suspensão por doping ano passado devido a uso de um remédio controlado para problemas cardíacos. Nessas situações é comuns alguns boatos serem levantados. O site SwimSwam levantou uma história curiosa dizendo que Yang havia se metido em uma confusão com uma nadadora e um técnico brasileiro. Em entrevista ao Sportv, Alberto Pinto da Silva (técnico da seleção brasileira) confirmou a informação e disse que Yang havia se desentendido com uma atleta do Brasil, porém, a história havia ocorrido pela manhã durante as eliminatórias e que não havia sido esse o motivo de sua não participação na final.

Após alguns momentos de tensão a Fina divulgou uma nota oficial dizendo que Yang havia sentido um desconforto no peito durante o aquecimento e que não havia equipamentos de medicação suficientes para examiná-lo com mais detalhes. Por precaução o chinês resolveu não nadar a prova. Devido a proximidade da largada não houve tempo suficiente para avisar o primeiro nadador reserva, no caso Pal Joensen, para ele competir no lugar de Yang e a raia ficou vazia.

O chinês Sun Yang - Foto: Michael Sohn/Associated Press

O chinês Sun Yang – Foto: Michael Sohn/Associated Press

Sem o chinês na água, a vida ficou facilitada para o italiano Gregorio Paltrenieri. Dono do melhor tempo do ano até o Mundial, ele foi absoluto em praticamente toda a prova. Nadando forte ele conseguiu melhorar seu tempo cravando 14min39s67 e conquistando seu primeiro título mundial em piscina longa e também o primeiro ouro da Itália nesta prova. O americano Connor Jaeger cresceu no final da prova e levou a prata, seguido pelo canadense Ryan Cochrane que cansou no final e terminou com o bronze.

Nomes de peso não faltaram na prova mais veloz da natação feminina. As irmãs Cate e Bronte Campbell, Francesca Halsall, Ranomi Kromowidjojo, Sarah Sjostrom, Arianna Vanderpool-Wallace. Na final havia a expectativa de ver alguém na casa dos 23 segundos. Isso acabou não acontecendo, porém, a final foi bastante equilibrada com a diferença entre a vencedora e a oitava colocada sendo de apenas 0s45. Campeã dos 100m livre, Bronte Campbell repetiu a dose e triunfou também nos 50m com 24s12. A atual campeã olímpica Ranomi Kromowidjojo teve uma ótima saída, mas acabou sendo superada no fim e levou a prata. O bronze foi para a sueca Sarah Sjostrom que conquistou sua quarta medalha em Kazan.

Bronte Campbell - Foto: Michael Sohn/Associated Press

Bronte Campbell – Foto: Michael Sohn/Associated Press

A grande surpresa do dia aconteceu na final dos 50m peito feminino. Nem Ruta Meilutyte, Alia Atkinson ou Yulia Efimova, a medalha de ouro ficou com a sueca Jennie Johansson que fez uma prova muito forte e com uma chegada precisa garantiu sua primeira medalha em Mundiais com 30s05. Ao seu lado no pódio Atkinson (prata) e Efimova (bronze). Já Ruta, ficou fora do pódio na quarta colocação. Se nos 50m peito tivemos uma zebra, ela passou longe dos 50m costas. O francês Camille Lacourt venceu com autoridade fazendo o melhor tempo dos últimos três anos: 24s23. O americano Matt Grevers e o australiano Ben Treffers completaram o pódio com 24s61 e 24s69, respectivamente.

Nos 400m medley os favoritos levaram a medalha de ouro. Na prova masculina ouro para Daiya Seto que conquistou o bicampeonato mundial de forma tranquila, liderando de ponta a ponta e triunfando com 4min08s50. O húngaro David Verraszto levou a prata e o americano Chase Kalisz ficou com o bronze. No feminino ninguém conseguiu parar Katinka Hozssu que venceu mais uma vez em Kazan, mas sem recorde mundial: 4min30s39. A americana Maya di Rado e a canadense Emilly Overholt levaram prata e bronze respectivamente.

Fechando a prova tivemos os revezamentos 4x100m medley. No masculino o quarteto Ryan Murphy, Kevin Cordes, Tom Shields e Nathan Adrian fizeram valer seu favoritismo e levaram o ouro com 3min29s93. Já no feminino o time chinês formado por Yuanhui Fu, Jinglin Shi, Ying Lu e Duo Shen garantiu o ouro com 3min54s41.

Por Guilherme Freitas e Mayra Siqueira

A equipe Swim Channel no Mundial de Kazan é patrocinada pela Finis, a melhor tecnologia para natação.


A zebra que abriu o caminho: allez les Bleus!
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Destaques para um evento como um Mundial de Esportes Aquáticos são difíceis de se escolher. Sempre há o recorde mundial, a desclassificação controversa, um desempenho incrível, e outros que deixam a desejar. Na estreia da natação em Kazan, é impossível não deixar o queixo cair alguns centímetros diante da única manchete possível: Estados Unidos e Austrália fora de uma final de Mundial no revezamento 4x100m livre. Se parar para pensar a última vez em que isso aconteceu, vai demorar um pouco para se lembrar. Nunca, desde o primeiro título americano em 1973, as duas seleções assistiram a prova das arquibancadas.

Um erro de estratégia, alguns atletas poupados, um pesado desfalque para os australianos sem James Magnussen, e China e Polônia agarraram as vagas que se abriram entre os oito melhores times do mundo no conjunto da prova.
O tempo de 3min16s01 foi o pior dos americanos desde o Mundial de 1998. Chocante pelas parciais individuais: Jimmy Feigner, constante na casa dos 48s, para 49s21; Anthony Ervin como âncora para 49s69, Matt Grevers com 48s67 e Conor Dwyer para 48s44. A 11ª colocação para eles, e 13º com os australianos (3m16s34).

O time francês venceu o 4x100m livre - Foto: Tim Binning

O time francês venceu o 4x100m livre – Foto: Tim Binning

Na final, foi o momento de crescimento dos franceses, que contaram com o reforço de Florent Manaudou, além de Fabien Gilot nadando para expressivos 47s08, e abocanharam o ouro. Um show de Vladimir Morozov, com a melhor marca individual da prova sendo o único a nadar abaixo dos 47s (46s95, com 21s71 na passagem), para liderar os donos da casa, apoiados pela torcida, à prata. E o bronze ficou para os italianos, recente pedra no sapato dos brasileiros, que não tiveram nenhum atleta abaixo de 48s. Um grupo regular, mas sem um destaque individual – e sem a presença de Cesar Cielo, que admitiu que a má fase o tirou da prova.

Os atletas do Brasil se incomodaram bastante em perder o pódio, e todos reconheceram que era possível melhorar um pouco de cada parcial. João de Lucca (que fechou para 48s40), salientou a união e conexão do time, e foi apoiado pelos colegas. Bruno Fratus (48s05) foi sincero: “Não vou mentir, não estou feliz com o quarto lugar. Acho que o tempo de 3m13s está aquém da nossa capacidade, podemos nadar bem rápido que isso. Mas estou animado com o que está pra vir. Estou orgulhosos de como eles competiram, parecemos quatro irmãos nadando juntos, tomando porrada juntos, celebrando juntos”.

Matheus Santana, Bruno Fratus e João de Lucca em ação - Foto: Satiro Sodre/SSPress

Matheus Santana, Bruno Fratus e João de Lucca em ação – Foto: Satiro Sodre/SSPress

“A gente está chateado porque foi muito próximo da medalha, está ali, a gente quase consegue sentir, pegar. Dói no coração. Mas foi um passo a mais. A maior competição das nossas vidas será no Rio, e quarto lugar no Mundial não é pouca coisa. Estamos no caminho certo, mas não adianta melhorar e não chegar lá e fazer”, complementou Marcelo Chierighini (48s54, abrindo o revezamento). O caçula Matheus Santana (48s20) foi além: “o time tem qualidade pra nadar pra 47s, não é fácil, temos que estar 100% afinados na troca, da melhor forma possível. Mas com essa união e empenho que temos tido, vai ficar fácil”.

Cesar Cielo não fez falta. Ao menos nas próprias palavras do nadador, ele não teria muito o que acrescentar na situação. Sofre com um problema no ombro, uma lesão revelada apenas neste domingo pelo atleta, além de uma grande dificuldade para encaixar a velocidade. Preocupa para os seus 50m borboleta, prova na qual se classificou raspando, com o último tempo da final. Ser tricampeão, ele descarta. O discurso e Cesão foca no bronze. E, ainda assim, há muito o que trabalhar.

PICTURE TAKEN WITH AN UNDERWATER CAMERA -  US Katie Ledecky competes in the women's 400m freestyle final swimming event at the 2015 FINA World Championships in Kazan on August 2, 2015.  AFP PHOTO / FRANCOIS XAVIER MARITFRANCOIS XAVIER MARIT/AFP/Getty Images

Katie Ledecky durante os 400m livre – Foto: Francois Xavier/AFP/Getty Images

As isoladas mulheres donas do mundo

Katie Ledecky, a quatro segundos da vice-campeã da prova, nada como se estivesse sozinha na piscina: o primeiro ouro (e recorde de campeonato) veio nos 400m livre, com 3m59s13. Mesmo cansando no final de prova. A Dama de Ferro, Katinka Hosszu, segue sua fama de superar as adversárias em diversas provas, de forma incansável: recorde europeu batido duas vezes nos 200m medley. E Sarah Sjostrom, único recorde mundial da etapa, nos 100m borboleta, aparece tão isolada que não precisa se preocupar em nada além de superar sua própria marca na final de segunda-feira. Por enquanto, impressionantes e imbatíveis 55s74.

E apenas para selar o dia de conquistas expressivas femininas, Bronte Campbell, no revezamento campeão da Austrália, emplacou 51s77. Marca que fala por si só.

Por Mayra Siqueira

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O duelo China vs Japão no Jogos da Ásia
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Começa no próximo domingo em Incheon as provas de natação da 17ª edição dos Jogos da Ásia, um dos maiores eventos esportivos do mundo. Serão quase 10 mil atletas de 45 países do continente disputando as dezenas de modalidades esportivas. Os Jogos, que sempre movimentam milhões de dólares, são praticamente uma mini-Olímpiada pelo seu tamanho e fórmula de disputa. A natação é um dos maiores destaques dos Jogos e tem o grande astro local: Tae Hwan Park. Nas piscinas também estará em jogo a hegemonia continental. De um lado a China e do outro o Japão.

Na última edição dos Jogos da Ásia, realizada na cidade chinesa de Guangzhou em 2010, os dois monopolizaram o quadro de medalhas da competição. Das 114 medalhas entregues, 93 delas ficaram com atletas destes dois países. E detalhe, em todas as provas disputadas haviam nadadores da China ou do Japão no pódio. Os chineses foram superiores ganhando 54 medalhas, 24 delas de ouro, contra 39 dos japoneses, destas apenas nove douradas. O país que mais se aproximou das duas potências foi a Coreia do Sul com 13 pódios, boa parte deles conquistados por Tae Hwan Park.

O chinês Sun Yang é uma das atrações dos Jogos da Ásia - Foto: US Presswire

O chinês Sun Yang é uma das atrações dos Jogos da Ásia – Foto: US Presswire

A China chega a Incheon com força máxima. Os chineses pouparam seus principais atletas ao enviar uma equipe B para o Campeonato Pan Pacífico. Enquanto os reservas encaravam as disputas em Gold Coast, os campeões olímpicos Sun Yang, Ye Shiwen e Liuyang Jiao treinavam duro de olho na competição continental. Yang terá todo os holofotes voltados para si, afinal a competição em Incheon será sua primeira participação internacional após o conturbado e polêmico período após o Mundial de Barcelona, com confusões dentro e fora das piscinas.

Por outro lado, o Japão não poupou seus principais atletas do Pan Pacífico e os nadadores encararam a competição na Austrália como um aquecimento de luxo visando os Jogos da Ásia. E o saldo foi até positivo com 19 medalhas conquistadas. Com uma equipe renovada e ao mesmo tempo experiente, os japoneses chegam a Incheon almejando ter um desempenho melhor contra os chineses em relação a última edição dos Jogos. Pelo os resultados obtidos por Kosuke Hagino e Ryosuke Irie no último campeonato japonês e no Pan Pacífico os torcedores nipônicos podem ficar bem animados.

Os japoneses Daiya Seto e Kosuke Hagino chegam confiantes a Incheon - Foto: Reprodução

Os japoneses Daiya Seto e Kosuke Hagino chegam confiantes a Incheon – Foto: Reprodução

Ao todo, 61 nadadores chineses foram inscritos no evento contra 38 do Japão. Os dois países fatalmente dominarão o quadro de medalhas mais uma vez. Uma rivalidade que promete ser um bom tira-teima para o Campeonato Mundial de Kazan-2015 e para os Jogos Olímpicos do Rio-2016.

Por Guilherme Freitas


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