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Entrevista com Igor de Souza
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Igor de Souza é uma referência e um dos maiores nadadores do Brasil nas águas abertas. Tricampeão da tradicional Volta de Manhattan e com outras dezenas de famosas travessias concluídas no currículo, ele tem como maior feito em sua carreira atravessar o Canal da Mancha três vezes. A primeira foi em 1996 quando partiu da Inglaterra e chegou a costa francesa em 11h06min. No ano seguinte ele voltou para as águas gélidas do Canal e tornou-se o primeiro brasileiro a completar o percurso em ida e volta. Um pioneiro que hoje auxilia nadadores a atravessar o Canal e tem em sua agenda compromissos marcados até 2019!

Atualmente diretor do Circuito Maratona Aquática, o mais antigo evento por etapas de águas abertas do país e que tem inscrições para a etapa do Guarujá abertas na SWIM CHANNEL, e gerente de marketing esportivo da Speedo Brasil, Igor contou nesta entrevista um pouco mais sobre sua carreira, os métodos de treinamento para cruzar o Canal da Mancha e outros momentos marcantes de suas braçadas pelo mundo. Leia abaixo.

O nadador Igor de Souza – Foto: Tuca Vieira

SWIM CHANNEL: Conte um pouco sobre sua carreira de nadador. Que clubes você representou quando nadava?

Igor de Souza: Meu primeiro clube foi o Clube Atlético Aramaçan em Santo André. De lá fui para o SERC Santa Maria de São Caetano do Sul e depois para a equipe da Pirelli de Santo André. Também treinei um período na Hebraica e depois no Paineiras do Morumby. Outro local por onde passei foi o IARA Clube de São Bernardo Campo, além de treinar em vários locais fora do país, como EUA, Austrália e Itália.

SC: Qual foi a sua primeira experiência nas águas abertas e porque decidiu nadar apenas essas provas mais longas?

Igor: Minha estreia em provas de águas abertas foi em 1974 aos 11 anos, na Represa Billings. A prova se chamava Travessia São Paulo à Nado e era um dos maiores eventos esportivos de São Paulo, patrocinado pelo Jornal A Gazeta que também organizava a São Silvestre e a Corrida de Ciclismo 9 de Julho. Era uma prova internacional, que tinha como convidados os atuais campeões mundiais dos 1500m livre masculino e 800m livre feminino. A distância era de 1,5 km. A decisão de nadar maratonas aquáticas veio evoluindo, sempre estive entre os melhores nadadores de 1500m livre do país, mas a nível internacional era mero coadjuvante. Nas provas de águas abertas que eram realizadas no Brasil vencia a maioria com certa facilidade. Fui convidado pelo então Diretor de Águas Abertas da CBDA, Sr. Abílio Couto, a participar do Campeonato Mundial da Modalidade que ocorreu na Itália, terminei na quarta colocação. Sempre treinei muito e vi nas maratonas aquáticas um esporte em que eu poderia ir melhor, além de sempre ter gostado de nadar no mar.

Igor atravessou três vezes o Canal da Mancha – Foto: Reprodução/Speedo

SC: Sobre o Canal da Mancha como surgiu a ideia faze-lo ida e volta? Como foi essa preparação para encarar o desafio?

Igor: Quando cruzei o Canal da Mancha pela primeira vez fui com a intenção de estabelecer um novo recorde para a prova, apesar de ter sido o mais rápido do ano, meu tempo foi muito acima do imaginado e descobri que cruzar o canal da mancha é a grande conquista, pois fazer um bom tempo na prova não depende apenas de sua condição física, depende das condições climáticas e de muita sorte. Depois do Canal, fui disputar as outras etapas do circuito mundial e conversando com vários atletas que já haviam cruzado o canal aprendi que buscar um bom tempo de cruze no canal exige fatores que não posso controlar, mas fazer a prova ida e volta, são 90% de condicionamento físico e apenas 10% das condições climáticas. Eu queria me provar, eu precisava saber do meu limite. A preparação basicamente foi a mesma que tive para me preparar para nadar o circuito mundial, inclusive, nadei as etapas do circuito antes do canal, pois dependia de bons resultados no circuito para poder fazer caixa e pagar as despesas da prova do canal. A única diferença dos outros anos de preparação foi minha preocupação de não aguentar o frio ou de “apagar” durante a prova. Para isto fiz alguns trabalhos diferenciados físicos e mentais. Para me manter focado o tempo todo, me aprofundei no taoísmo, uma filosofia chinesa que ajuda na concentração. Trabalhei minha mente para fixar que a prova era ida e volta e não que seriam duas provas, a de ida e depois a de volta, em tudo o que fazia no treino e fora dele tinha na minha cabeça que era ida e volta, por exemplo, iniciava os treinos com 800m, dividia mentalmente em 400m de ida e 400m de volta e assim por diante. Para não “apagar” na prova, pois poderia nadar até pouco mais de 24h, fiz três treinos de 24 horas nadando, no melhor deles nadei 112,8 km, melhor marca do mundo na época. Também nadei algumas vezes sozinho na represa Billings, inciando os treinos por volta das 21h e terminando somente ao amanhecer. Com todo este trabalho me senti muito bem durante toda a prova e muitos me perguntam se foi a prova mais difícil que nadei e digo que não foi, nadei provas menores em que terminei muito mais desgastado. Acho que a razão foi o medo, não tinha medo do canal, não tinha medo de morrer, mas tinha muito receio de não conseguir e por esta razão treinei excessivamente e respeitei muito o canal durante toda a prova.

Igor com Gustavo Borges em evento da Speedo – Foto: Igor Andrade

SC: Outra prova que você ganhou é a Volta de Manhattan. Na sua opinião qual dessas conquistas foi mais especial?

Igor: A prova de Manhattan é uma conquista diferente do Canal da Mancha. No canal sua disputa principal é com você mesmo. Já em Manhattan era como as demais provas do circuito mundial, era uma competição. Manhattan era uma prova de grande domínio de americanos e australianos. Vencê-la te ajuda a inflar o ego, a mostrar que esta tão bem preparado como os melhores do mundo, já o canal te eleva o espírito, te alimenta a autoconfiança e te dá a sensação de gratidão pelo anos de trabalho.

SC: Além das funções de diretor e coordenador técnico você também acompanha nadadores que pretendem travessar o Canal da Mancha. Como está trabalho atualmente? Há atletas visando concluir a prova este ainda ano?

Igor: Há 16 anos levo atletas para o Canal da Mancha, já acompanhei 92 nadadores. E a cada ano vem aumentando a procura por este desafio, já tenho reservas para atletas até 2019. O clima mundial ajudou a tornar o canal um pouco mais acessível. Em 1996 quando cruzei pela primeira vez a temperatura oscilava em torno dos 11ºC, atualmente a média do canal fica em 13,8ºC, são quase 3 graus a mais, mas igualmente muito perigoso, as metodologias de treinamento, suplementação e auxílio médico também evoluíram muito, mas mesmo com tudo isto a média hoje de sucessos no canal não chega a 20%.

SC: O que esta achando do Circuito Maratona Aquática deste ano até o momento? E quais são as expectativas para as próximas etapas?

Igor: Estou surpreso com o volume de atletas praticantes, com a crise que assola o país, imaginava que teríamos uma queda nos participantes e para nossa surpresa vem se mantendo o volume de inscrições. Além da crise econômica, este é um ano complicado para realização de eventos, pois ocorreu as eleições municipais e com ela muda-se todas a máquina administrativa. Então é como começar do zero, mas mesmo assim estamos tendo um numero maior de cidades interessadas do que o número de etapas disponíveis.

Por Guilherme Freitas


Swim Channel TV: Ricardo Cintra revela detalhes da conquista de Poliana
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A Swim Channel TV falou com Ricardo Cintra, técnico e marido de Poliana Okimoto. Na entrevista ele conta sobre sua relação com a esposa e atleta, a estratégia para a conquista da medalha de bronze olímpica e os planos para o futuro visando Tóquio-2020. Confira aqui o bate-bapo com Patrick Winkler, editor-chefe da SWIM CHANNEL. Assista ao vídeo abaixo e assine nosso canal no Youtube!

 

 

A equipe Swim Channel na cobertura dos Jogos Rio 2016 é patrocinada pela Mormaii, a maior marca de esportes aquáticos do Brasil


Swim Channel TV: Anthony Ervin conta detalhes do título olímpico
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A Swim Channel TV conversou com Anthony Ervin, bicampeão olímpico dos 50m livre. Nesta entrevista ele revela curiosidades e detalhes de sua vitória no Rio-2016 que lhe deram o título de nadador mais velho a ganhar uma medalha de ouro. Confira aqui o bate-bapo com Patrick Winkler, editor-chefe da SWIM CHANNEL. Assista ao vídeo abaixo e assine nosso canal no Youtube!

A equipe Swim Channel na cobertura dos Jogos Rio 2016 é patrocinada pela Mormaii, a maior marca de esportes aquáticos do Brasil


Swim Channel TV: Poliana fala do bronze olímpico
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A Swim Channel TV conversou com a medalhista de bronze na maratona aquática olímpica de 10 km, Poliana Okimoto. Nesta entrevista exclusiva a nadadora, que ganhou a primeira da natação feminina do Brasil em Jogos Olímpicos, conta um pouco mais sobre os momentos decisivos da prova no Rio-2016. Confira aqui o bate-bapo dela com Patrick Winkler, editor-chefe da SWIM CHANNEL.  Assista ao vídeo abaixo e assine nosso canal no Youtube!

 

 

A equipe Swim Channel na cobertura dos Jogos Rio 2016 é patrocinada pela Mormaii, a maior marca de esportes aquáticos do Brasil


Henrique: ‘Quem tiver mais vontade vai bater na frente’
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Ele rivaliza com uma das maiores gerações de todos os tempos de… todos os estilos! Não é fácil disputar com Michael Phelps e Ryan Lochte, e ainda mais complicado é ter, em casa, a rivalidade de um dos raros medalhistas olímpicos do Brasil, Thiago Pereira. Mas por que não seria 2016 o seu ano? Henrique Rodrigues, aos 25 anos, aposta que a Olimpíada em seu país, no seu auge físico, pode ser o divisor de águas em sua carreira. Classificado para os 200m medley, fez sua primeira final em um grande evento no ano passado, no Mundial de Kazan. Em Londres, parou nas semifinais da prova. Agora, em sexto no ranking mundial da temporada, o atleta do Esporte Clube Pinheiros acredita que pode baixar para a casa de 1m55s na prova e beliscar o pódio olímpico.

Henrique Rodrigues é o segundo nome do medley brasileiro - Foto: Reprodução/Site oficial Henrique Rodrigues.

Henrique Rodrigues é o segundo nome do medley brasileiro – Foto: Reprodução/Site oficial Henrique Rodrigues.

Confira a entrevista com o nadador:

Swim Channel: O que você sente que ainda precisa melhorar na sua prova?

Henrique Rodrigues: Eu tenho os quatro estilos muito equilibrados. Teremos algumas tomadas de tempo até a Olimpíada e eu vou mudar um pouco a minha tática de prova, para chegar na mudança do peito para o crawl com o nado mais encaixado e poder realmente atacar no final. Eu tenho treinado nos últimos seis meses o crawl, o fechamento de prova mais forte. Agora, entrando na fase final de competição, vou realmente atacar mais nessa parte pra deixar o corpo pronto para a competição. Estará todo mundo muito junto, pelo que eles têm nadado, no bolo. E é esse final que vai definir. Já não tem mais aquela coisa de Phelps e Lochte se destacarem, irem embora e deixarem todos para trás.

SC: E qual é o seu palpite para o pódio olímpico nos 200m medley?

HR: Não posso falar em nomes, mas hoje temos dois nadadores na casa de 1m55s. Acredito no ouro para 1m54s, e prata e bronze para 1m55s. Hoje são atletas muito fortes nessa disputa… além de Phelps (2º do ranking de 2016, com 1m55s91) e Lochte (3º, 1m56s22), são dois japoneses (Kosuke Hagino, 1º tempo com 1m55s07 e Hiromasa Fujimori em 4º, 1m57s57), dois brasileiros (Thiago Pereira tem o quinto tempo, 1m57s77), australianos… realmente tem muita gente. Tudo muito misturado. Na hora que vai se definir mesmo o pódio, mas acho que os tempos eu acertei.

Henrique Rodrigues e Thiago Pereira, ao confirmarem o índice olímpico (foto: Satiro Sodré/ SSPress)

Henrique Rodrigues e Thiago Pereira, ao confirmarem o índice olímpico (foto: Satiro Sodré/ SSPress)

SC: Seu melhor foi 1m57s06, feito no Pan do ano passado. No Troféu Maria Lenk você fez 1m57s91. Como está seu trabalho para baixar para essa casa dos 1m55s?

HR: A temporada do Maria Lenk foi muito bacana pra mim, eu já fui preparado pra nadar bem, melhor do que no Open no ano passado (a primeira seletiva). A meta no Maria Lenk era me classificar com um tempo um pouco melhor pra Olimpíada, abaixo de 1m58s, justamente pra já poder entrar nessa briga. Logo após o campeonato, fizemos um treinamento de altitude, o Thiago Pereira estava junto também. Algo bem bacana para nós dois treinarmos juntos, dividir raia, fazermos séries juntos. Acho que estou bem preparado pra fazer melhor que no Pan, que foi meu melhor tempo. Estou na reta final de treino, vou começar o polimento (descanso). Agora é só ajustar os detalhes e realmente descansar a cabeça. A ansiedade já começa a bater. Vai ser a primeira edição no Brasil, a gente não sabe muito bem o que esperar, mas sabe que vai ser alucinante, de outro mundo, até pra quem já é mais experiente. A preparação está a todo vapor para melhorar os detalhes e entrar mesmo na briga pra medalha.

SC: Que diferença você vê com a Olimpíada sendo no Brasil? E os horários das finais (depois das 22h)?

HR: Nós, atletas discutimos muito essa questão do horário. Faremos uma aclimatação a partir do dia 24, para começarmos a adaptação a esses horários e rotina, de cair na água as 22h, 23h. Mas acho que isso é simples. Vai ser mais sofrido na primeira semana, claro, pois é o horário que estamos acostumados a dormir. Mas nadar em casa vai ser algo muito legal. O público brasileiro tão perto, e é um público muito quente, faz muita diferença na hora de definir. Mesmo embaixo d’água, você consegue ouvir a torcida. Vai ser uma experiência totalmente nova. Tem gente que vai ver de forma positiva, outros que vão tremer na base, mas o friozinho na barriga com certeza todos vão sentir.

SC: Você tem o sonho de conquistar a medalha?

HR: Lógico que tenho! Para todo atleta já é um sonho estar na Olimpíada. Eu estive em 2012. Algo que eu sempre ouço em casa é que: tudo o que vamos fazer, e temos a chance de fazer de novo, na primeira vez é para aprender, e a segunda é para resolver. Agora estou mais maduro, entrei no meu auge esse ano, clinicamente falando, aos 25. Meu pico de treinamento é agora, e sonho sim com essa medalha, acho muito possível, em especial pelo ranking mundial deste ano. Vai ser bem interessante de assistir.

SC: Como você vê o grupo do Brasil para os Jogos do Rio?

HR: O grupo evoluiu muito, todos os atletas, desde 2014, do Mundial em Doha. Vemos nos olhos, nos treinamentos dos atletas. Acho que todos hoje na seleção olímpica fizeram por merecer. Claro, sentimos falta do César, mas sei que o Bruno e o Ítalo farão muito bonito também. É uma evolução constante, as categorias mais novas estão melhorando, existe uma renovação que antes não tinha. Esse time de hoje é uma prévia de que o Brasil está montando um time muito forte para os próximos grandes eventos mundiais. Está meio longe ainda, mas vejo que evoluímos muito bem! Vamos surpreender muita gente, pode ter certeza.

Por Mayra Siqueira


O retorno de Bruno Fratus
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Depois de quase sete meses sem competir, o velocista Bruno Fratus volta a cair numa piscina para disputar medalhas. Quarto colocado nos 50m livre nos Jogos Olímpicos de Londres em 2012, Fratus disputa a partir de hoje o Grand Prix de Minneapolis, nos Estados Unidos. A competição abre a temporada 2013-14 dos Grand Prix americanos e será realizada em piscina de jardas. Fazendo sua estreia neste tipo de piscina, Fratus vai ter adversários de peso como o francês Yannick Agnel, o americano Conor Dwyer e o brasileiro Cesar Cielo nas provas de 50 e 100 livre.

Em conversa com a Swim Channel, o velocista falou sobre a delicada cirurgia que se submeteu para tratar de uma lesão no ombro, os planos para sua volta as competições e sobre os treinamentos que vêm realizando com o técnico da seleção brasileira Alberto Silva, o Albertinho. Confira abaixo a entrevista com Bruno Fratus.

Bruno Fratus esta recuperado da lesão no ombro - Foto: Satiro Sodré

Bruno Fratus esta recuperado da lesão no ombro – Foto: Satiro Sodré

Swim Channel: Como foi a recuperação da cirurgia no ombro? No que a lesão estava te atrapalhando?
Bruno Fratus: Foi uma recuperação intensa e muito bem feita, pois tive a felicidade de poder contar com aquela que acredito ser a melhor equipe médica e técnica do país. A lesão me causava muita dor durante os treinos. Esse era um desconforto que ficou no passado.

Swim Channel: Durante todo esse tempo sem competir você inovou alguma coisa em seus treinamentos? Passou a fazer treinos diferentes dentro e fora d’água?
Fratus: Passei a treinar de forma de diferente sim, mais inteligente. Muitas vezes, talvez por empolgação, corremos riscos desnecessários durante o treino e estou tentando minimizar riscos de lesão principalmente.

Swim Channel: Depois de tanto tempo sem competir imagino que esteja ansioso para cair na água. Este motivado para nadar o Grand Prix contra nadadores como Cesar Cielo, Yannick Agnel e Conor Dwyer?
Fratus: Com certeza, estou bem motivado. Sou um atleta que precisa competir o máximo possível e não vejo a hora de voltar a fazer o que mais gosto.

O velocista estreia em piscina de jardas - Foto Satiro Sodré

O velocista faz sua estreia em piscina de jardas – Foto Satiro Sodré

Swim Channel: É verdade que você nunca competiu em uma piscina de jardas? Como será sua estratégia para nadar neste tipo de piscina?
Fratus: É verdade. Essa será a primeira vez que competirei em uma piscina de jardas e a estratégia que vou traçar nesse caso é prestar o máximo de atenção possível nos fundamentos e detalhes, além de nadar bem rápido.

Swim Channel: Como esta se preparando para 2014 a nível internacional? Disputar o Pan-Pacífico e o Mundial de curta são seus objetivos maiores?
Fratus: Tenho me recondicionado e focado na minha recuperação plena. Sem dúvida o Pan-Pacífico e o Mundial de curta estarão no topo da minha lista de prioridades internacionais para o ano que vem.

Swim Channel: Após a cirurgia você pretende manter-se focado nos 50m e 100m livre? Ou vai arriscar outra prova?
Fratus: 50m e 100m livre são as provas que vão estar sempre na minha programação das competições, mas se por acaso eu puder me divertir em alguma outra prova de velocidade, por que não?

Por Guilherme Freitas


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